A verdadeira força do seu coração está na fragilidade que o torna sensível. Coração forte é aquele que vive de sentimentos e amadurece sua riqueza vivenciando dentro de si a pureza do que é amar.

“Humildes são sábios que conseguem enxergar que o muito é muito pouco neste mundo passageiro. Humildes são estrelas que brilham quietas e tornam-se maiores com a natureza de despertar a admiração sem intuito. Humildes nem pensam que são... Apenas agem com seu mero e singelo jeito de guardar dentro de si a importância de serem pessoas, sabendo que todos têm essa dádiva.”
19/01/08
Queria muito saber o motivo que me vez levantar hoje, sentindo um nada, talvez uma lembrança distante da noite de ontem e mais uma vez, sentindo-me subordinado por complicações do meu próprio ser, por quê?
Guerras ora me fazem armas, ora me fragilizam a fim de me obrigar a ser um forte escudo. Suposto guerreiro de vida que luta pouco por condições materiais, sim... Confesso este erro, mas é certo que em tempos passo por aventuras de pensamentos naturais para a formulação mais exata de como se conquistar a felicidade no campo que cerca as necessidades sentimentais de uma cara metade. Condicionado a ser sempre mais expressivo, sou simplesmente um escravo do romantismo e continuamente isso me leva a escrever, desabafar e pensar muito.
Era camuflado
Por algum tempo vivi,
Em lugares vizinhos,
Em mundos de espinhos
Sentados nas pedras,
Vendo um paraíso passar
Por algum tempo andei,
Pisando em terreno fértil
Que poderia plantar.
Habitei momentos
Que avançavam
Agressivamente a me deletar
Por cima de mim,
Arco-íres preto e branco,
A esperança não era verde
E tudo era sombrio.
Por opção experimentei
Os loucos lábios,
Em tristeza notei,
A mesma carência,
De sempre!
Lançado nos medos
Correndo dos encontros,
Dos encantos!
Queria férias
Aos romances,
Queria quase nada.
O mesmo espírito
De sempre,
Mas um trauma medonho
Camuflava-me.

O pedaço verde do mundo que purifica a terra e proporciona imensidão às florestas. Vitimas da crueldade humana em ilegal desmatamento, as árvores comandam a maestria do ruído do vento sobre a natureza e transformam-se no palco do canto dos pássaros, seus galhos lhe dão formatos exóticos que permitem brechas para o sol causando na mata um espetáculo de luz sobre o solo.
10/05/08

Esse poema tão simples, não é apenas um canto dos desabafos, é a homenagem sincera de uma gratidão acima da normalidade. Tenho como inspiração para essa composição, minha grande AMIGA, Aryane Távora, uma pessoa que de maneira bastante natural fez uma grande diferença nos seguimentos de minha vida. Aqui exponho essas palavras, pena não poder mostrar o sorriso do meu coração, mas a minha boca faz questão de sorrir duas vezes mais, para assim compensar toda essa minha alegria. Nane, não preciso repetir que você é uma peça fundamental para mim, mas enfim, até quando eu tiver capacidade de mostrar meu carinho, mostrarei. Amo você!