quinta-feira, 24 de setembro de 2009

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domingo, 20 de setembro de 2009

Camuflagem em frágeis pedras



Há um campo extremo da aflição, onde nada é mais importante que a saída de uma imaginária expressão. Seres habitantes desse lugar tão sombrio e ao mesmo tempo claro, aparentemente leve, expõem-se dentro de uma louca e diferente atração correspondente a dificuldade de mostrar a alma. Uma natural busca para a camuflagem transparente, decifrada como um acessível entendimento aos olhos dos mais sensíveis, normais e atuantes na vida sentimental explicita.
Essas britas atingem pedaços de carne, porém a mistura desse encontro transparece o fundo dos interiores através de olhares que entregam as armas de plena contradição, em um momento de luta, a batalha dos sentimentos engasgados por receio ou timidez.
Dentro de uma falsa força, escondem-se. Por trás de frágeis pedras, protegem-se, asseguram-se no inseguro,mas vivem seus melhores sentimentos!

quarta-feira, 24 de junho de 2009



A verdadeira força do seu coração está na fragilidade que o torna sensível. Coração forte é aquele que vive de sentimentos e amadurece sua riqueza vivenciando dentro de si a pureza do que é amar.

domingo, 31 de maio de 2009

Minha sinopse




















Meu rascunho,

Meu poema,
Expressão

Meu choro,
Meu Sorriso
Meu amor

Minha vida,
Natureza,
Coração

Meu carinho,
Charme,
Olhar,
Pensamentos

Precioso tempo,
Doce fruto,
Presente,
Almejado futuro

É dia,
Noite,
É leito,
Conforto,
Estrada

Linda paisagem,
Raro eclipse
A brincar com luzes
Em mim

Constante sentimento
Que me tem moradia,
Motivos das palavras,
Sinopse.
Minha alegria!



sexta-feira, 29 de maio de 2009

Humildes

“Humildes são sábios que conseguem enxergar que o muito é muito pouco neste mundo passageiro. Humildes são estrelas que brilham quietas e tornam-se maiores com a natureza de despertar a admiração sem intuito. Humildes nem pensam que são... Apenas agem com seu mero e singelo jeito de guardar dentro de si a importância de serem pessoas, sabendo que todos têm essa dádiva.”


19/01/08


domingo, 24 de maio de 2009

Era camuflado


Queria muito saber o motivo que me vez levantar hoje, sentindo um nada, talvez uma lembrança distante da noite de ontem e mais uma vez, sentindo-me subordinado por complicações do meu próprio ser, por quê?

Guerras ora me fazem armas, ora me fragilizam a fim de me obrigar a ser um forte escudo. Suposto guerreiro de vida que luta pouco por condições materiais, sim... Confesso este erro, mas é certo que em tempos passo por aventuras de pensamentos naturais para a formulação mais exata de como se conquistar a felicidade no campo que cerca as necessidades sentimentais de uma cara metade. Condicionado a ser sempre mais expressivo, sou simplesmente um escravo do romantismo e continuamente isso me leva a escrever, desabafar e pensar muito.

Era camuflado


Por algum tempo vivi,

Em lugares vizinhos,

Em mundos de espinhos

Sentados nas pedras,

Vendo um paraíso passar



Por algum tempo andei,

Pisando em terreno fértil

Que poderia plantar.


Habitei momentos

Que avançavam

Agressivamente a me deletar


Por cima de mim,

Arco-íres preto e branco,

A esperança não era verde

E tudo era sombrio.


Por opção experimentei

Os loucos lábios,

Em tristeza notei,

A mesma carência,

De sempre!


Lançado nos medos

Correndo dos encontros,

Dos encantos!


Queria férias

Aos romances,

Queria quase nada.


O mesmo espírito

De sempre,

Mas um trauma medonho

Camuflava-me.


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